01/08/2014

RESENHA #37: A menina que roubava livros - Markus Zusak

Olá leitores,

Vamos começar o mês de Agosto com uma nova resenha pra vocês! O livro que trago hoje é A menina que roubava livros, do Markus Zusak. Eu li esse livro no mês de Junho, peguei emprestado com uma amiga da minha irmã. Confesso que demorei pra pegar esse livro, mas depois que engatei na leitura, não queria largar. Vamos ver o que eu achei dela?


Título: A menina que roubava livros
Autor: Markus Zusak
Editora: Intrínseca
Número de Páginas: 494
Onde comprar: Submarino - Saraiva
Nota: 5/5

Sinopse: Entre 1939 e 1943, Liesel Meminger encontrou a Morte 3 vezes. E saiu suficiente viva das três ocasiões para que a própria, de tão impressionada, decidisse nos contar sua história, em A Menina que Roubava Livros. Desde o início da vida de Liesel, na rua Himmel, numa área pobre de Molching, cidade desenxabida próxima a Munique, ela precisou achar formas de se convencer do sentido da sua existência.
Horas depois de ver seu irmão morrer no colo da mãe, a menina foi largada para sempre aos cuidados de Hans e Rosa Hubermann, um pintor desempregado e uma dona de casa rabugenta. Ao entrar na nova casa, trazia escondido na mala um livro, O Manual do Coveiro. Num momento de distração, o rapaz que enterrara seu irmão o deixara cair na neve. Foi o primeiro de vários livros roubaria ao longo dos quatro anos seguintes.
E foram estes livros que nortearam a vida de Liesel naquele tempo, quando a Alemanha era transformada diariamente pela guerra, dando trabalho dobrado à Morte. O gosto de roubá-los deu à menina uma alcunha e uma ocupação; a sede de conhecimento deu-lhe um propósito. E as palavras que Liesel encontrou em suas páginas e destacou delas seriam mais tarde aplicadas ao contexto a sua própria vida, sempre com a assistência de Hans, acordeonista amador e amável, e Max Vanderburg, o judeu do porão, o amigo quase invisível de quem ela prometera jamais falar.
Há outros personagens fundamentais na história de Liesel, como Rudy Steiner, seu melhor amigo e namorado que ela nunca teve, ou a mulher do prefeito, sua melhor amiga que ela demorou a perceber como tal. Mas só quem está ao seu lado sempre e testemunha a dor e a poesia da época em que Liesel Meminger teve sua vida salva diariamente pelas palavras, é a nossa narradora. Um dia todos irão conhecê-la. Mas ter a sua história contada por ela é para poucos. Tem que valer a pena.

O livro vai contar a história da Liesel Meminger, uma garota que foi mandada para a rua Himmel, para a casa de Rosa e Hans Hubermann. Estamos na era nazista, do governo do memorável Hitler. Campos de concentração, guerra, bombardeios por todos os lados. E uma roubadora de livros. Embarcamos no cotidiano dessa pobre menina, que ajuda a mãe Rosa a entregar e buscar roupas para lavar e passar, que gosta de ouvir o pai Hans tocar seu acordeão e que joga futebol na rua com seu amigo Rudy. Depois de furtar seu primeiro livro, O Manual do Coveiro, ela se vê imersa e encantada pelo mundo das palavras e pelo que ele tem a lhe oferecer. Hans começa a lhe ensinar a ler todas as noites. E depois, com a chegada de Max, o judeu, ao porão da casa, ela passa a criar a amizade com ele e ler para ele. Embarcamos nos três encontros que Liesel tem com a narradora de sua história, a própria Morte, que se vê encantada depois de Liesel sobreviver a esses três encontros. E "Quando a Morte conta uma história, você deve parar para ler!".

Apesar de eu ter empacado até quase a metade do livro, valeu super a pena não desistir da leitura! Então, aqui vai uma dica para você que quer começar a ler esse livro: Não desista! Vai valer a pena!
O final não chegou a me arrancar rios de lágrimas, mas me deixou com o coração bem apertadinho, sabe? Porque eu, como vários leitores que tem, tenho essa mania de ler imaginando tudo na minha cabeça.
O livro é sim um pouco denso, por isso, atenção na hora de ler. Mas no final, vale a pena! E sem contar que a narradora é bem interessante, por vezes sarcástica, eu gostei bastante. E ainda verei o filme para poder comparar.


É isso, pessoal! Espero que vocês tenham gostado da minha resenha, e não se esqueçam de comentar, e fiquem à vontade para também seguir o blog e ficarem ligadinhos sempre que surgir algum post novo.

Beijo grande, e até a próxima.

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5 comentários:

  1. Olááá!
    aaaahh esse livro! *---*
    Li quando tinha tirado minhas amigdalas e não podia sair de casa... bem um dos livros que eu li, porque o tédio era imenso e na época, não tinha blog... NEM NETFLIX hahha!
    mas que livro sensacional! Acho que é digno de uma releitura num futuro próximo! afinal "quando a morte conta uma história, você deve parar para ouvir!"

    Um beeijo Lara.
    Blog Meus Mundos no Mundo | | Página Coração Furta-Cor

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  2. De todos os livros do Markus Zusak até agora o "A menina que roubava livros" é um dos meus preferidos, simplesmente achei brilhante a ideia dele e o modo que ele escreveu o livro, sob o ponto de vista da Morte.
    Bjs

    http://escritorawhovian.blogspot.com.br/

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  3. Eu li esse livro quando tinha machucado o joelho, ou seja, fiquei uma semana sem sair direito da cama, lembro que li em dois dias, e adorei.
    Eu não entendo, pq mto falam que empacam na leitura, o que te fez quase desistir?

    Bjs

    http://commuitochocolate.blogspot.com.br/

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    Respostas
    1. Oi Bia <3

      Acho que eu empaquei de início porque a leitura é um pouco densa, sabe? Você tem que prestar atenção em todos os detalhes. Acho que foi por isso, kkkkkk.

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  4. Adoooooooooooro/amo/favorito esse livro!!!! O Markus tem um talento merecedor do Oscar. Adorei os dois livros dele que li até agora... essa cara é incrível.
    Ótima resenha!
    Beijos
    http://umaleitoravoraz.blogspot.com/

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